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Escola Livre de Jornalismo

Um projeto de Educação por Énois Inteligência Jovem Canal O Sujeito

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A Énois acredita que é preciso hackear o ensino de jornalismo. O que isso significa? Que o jornalismo precisa deixar de pertencer apenas a uma classe privilegiada, que pode cursar uma boa faculdade. Ou que aprender a escrever, ler a mídia e contar boas histórias tenha que ser uma coisa restrita às salas de aula formais. Acreditamos que a comunicação tem o poder de melhorar a educação no Brasil. E pra fazer isso de forma democrática e em escala, queremos lançar a primeira escola livre online de jornalismo do Brasil voltada ao público jovem.

Veja nosso vídeo no TEDX Vila Madá:

Nessa plataforma, a Énois vai oferecer cursos online gratuitos com videoaulas, contato com instrutores especialistas, fóruns, grupos de trabalho e materiais de referência e aprofundamento. O curso teste está disponível desde outubro de 2013 em uma plataforma pronta: um módulo sobre a produção de videodocumentários, que traz técnicas e conceitos de jornalismo e de produção em vídeo, como reportagem, pauta, apuração, narrativa e roteiro. Já são mais de 2 mil alunos!

Veja a reportagem que o site do Knight Center for Journalism in the Americas fez sobre a gente.

Nossa meta é ter a plataforma pronta até maio de 2014 e ter 10 novos cursos lançados até o final deste ano. O financiamento coletivo será para a construção de parte da plataforma e para o lançamento de 4 módulos gratuitos (entre maio e julho), feitos em parceria com nossos grandes amigos da 3Film Group. O resto do financiamento será bancado pela própria Énois, a partir da venda de novos projetos.

Por que o jovem?

A Escola Livre de Jornalismo tem como foco o público jovem por dois motivos principais:

1. Porque o ensino da educomunicação já comprovou seu impacto positivo na educação formal – ao desenvolver no jovem habilidades de comunicação, linguagem e interpretação de significados.

2. E também porque acreditamos que essa nova geração é quem irá acompanhar o processo de democratização da produção da mídia e, por isso, precisa estar capacitada para contribuir criticamente para o desenvolvimento de suas comunidades e para o registro cultural e histórico de suas realidades.

Como fazemos?

A metodologia aplicada nos cursos é diferente da formação clássica dada em universidades de comunicação. Acreditamos que o ensino do jornalismo deve ser vivo e, por isso, apostamos no aprendizado de conceitos a partir do “mão na massa”, e da discussão de temas atuais. A Escola está dividida de acordo com os seguintes eixos: Jornalismo, Arte & Design, Plataformas de comunicação, Empreendedorismo, Cultura & Cidadania e Comportamento Jovem.

O projeto conta com o apoio da Escola do Futuro, núcleo de pesquisa de novas tecnologias aplicadas à educação, ligado à USP.

Os cursos:

1. Como hackear uma cidade: trânsito, poluição, violência. Olhamos pra cidade e vemos
grandes problemas insolúveis. Será? Em vez de lamentar, podemos trabalhar para resolvê-los. E uma maneira de fazer isso é HACKEAR a cidade.

2. Como se tornar um explorador do mundo: institutos de pesquisa, agências e propaganda, empresas. Todo mundo quer entender a cabeça do jovem de periferia. Mas e se, em vez de a pesquisa ser feita da forma tradicional, de fora pra dentro, fosse feita de dentro pra fora?

3. Como se tornar um correspondente local: Jornalismo hiperlocal nada mais é do que a cobertura realizada na sua cidade, no seu bairro ou na sua rua. É você falar do micro. São as ações que te rodeiam e fazem parte do seu dia a dia, da sua “aldeia”.

4. Como montar uma agência de notícias: vamos capacitar jovens para que eles sejam os porta-vozes de seus projetos, escolas, organizações sociais e comunidades. De maneira genuína, profissional, divertida e sustentável.

Batendo a meta!

Se a gente captar tudo o que precisa, cada R$ 2 mil a mais vão se transformar em um novo módulo para a plataforma, escolhidos por você. Temos o seguinte cardápio:

1. Grandes reportagens – Se a pauta é um salto, a reportagem é um mergulho em uma notícia. Aqui, vamos aprender como fazer isso da forma mais criteriosa e interessante pro leitor.

2. Conteúdo pra redes sociais – Todo mundo fala sobre redes sociais, mas pouco se ensina sobre a criação de conteúdo pra elas.

3. Jornalismo feminino – Pra desconstruir de vez o jornalismo feminino, vamos falar sobre a história da mulher, mídia e mercado.

4. Programação pra jornalistas – Não basta escrever. Tem que programar. Noções básicas de programação pros jovens que querem se aventurar na construção de ferramentas.

5. Como fazer um game – Teoria e prática de como se constrói um roteiro e caminhos possíveis para tornar tudo brincadeira.

6. Infográfico – Como transformar a mensagem em imagem?

7. Política pra jovem – Chega de dizer que política é coisa chata. Entender como faz é o primeiro passo pra intervir.

Custos do projeto

1. Construção da plataforma (1 programador): R$10.200,00
2. 4 Módulos de videoaula: R$8.000,00
3. Festa de lançamento para 300 pessoas (ajuda de custo para banda e salgadinhos): R$1.500,00
4. Sacola ecobag (650 unidades): R$1.950,00
5. Dvds (150 unidades): R$135,00

SUBTOTAL: R$21.785,00
Taxa Catarse (13%) R$2.832,05
TOTAL: R$24.617,05

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